upiara diz:
eu baixei e tô ouvindo direito o Moveis Coloniais de Acaju... q banda divertida
Mário (It's time I got back to the good life) diz:
eu nao gosto
Mário (It's time I got back to the good life) diz:
os caras tem um sequito por aqui
Mário (It's time I got back to the good life) diz:
galerinha nova
Mário (It's time I got back to the good life) diz:
acho um som muito adolescente
upiara diz:
eu nao conheço os fãs... deve ter um quê de los hermanos fase bloco... mas mais descompromissado... é engraçado de um jeito q o rock gaucho nunca vai conseguir (nao que seja mais ou menos, é diferente)... e tem metais... adoro
upiara diz:
e eles se divertem tocando... ninguem mais se diverte tocando
upiara diz:
hahaha
Mário (It's time I got back to the good life) diz:
isso eh verdade, eles se divertem pra caramba mesmo
Mário (It's time I got back to the good life) diz:
sei lah, eu criei birra mesm
Mário (It's time I got back to the good life) diz:
mesmo
upiara diz:
eu conheci banda no especial que a globo fez pro raul seixas... eles no palco é muito bom de ver... indo de um lado pro outro, é bem entusiasmante
upiara diz:
gostei deles, resumindo
quinta-feira, 31 de janeiro de 2008
Citação
Te perdôo por te trair,
pensou, lembrando Chico
olhando para ela
na tarde seguinte
ainda com a noite e a manhã
no corpo e na cabeça
Te perdôo por te trair,
lembrou, enquanto ela perguntava
se ele tinha mesmo dormido em casa.
Sim. Mentiu e perdoou.
Sem culpa, enquanto via
o fim antes do fim.
pensou, lembrando Chico
olhando para ela
na tarde seguinte
ainda com a noite e a manhã
no corpo e na cabeça
Te perdôo por te trair,
lembrou, enquanto ela perguntava
se ele tinha mesmo dormido em casa.
Sim. Mentiu e perdoou.
Sem culpa, enquanto via
o fim antes do fim.
quarta-feira, 30 de janeiro de 2008
A volta dos sonhos
Eu tava jogando bola com meu irmão menor (não tenho certeza de qual deles) num campinho de areia, dentro de um condomínio. Tinha outros moleques e um guri um pouco mais velho. Marrento, veio convidar para fazermos dois times. Não fui com a cara dele e fiquei com uma vontade louca de ganhar daquele mala. Tudo organizado, o jogo não começou. Apareceu uma velha do edifício ao lado mandando parar com o barulho. A gente não entendeu, porque eram mais de 15 horas. Quando ela queria que a gente jogasse, depois das 22h?
Começamos a bater boca com a velha e juntou gente. E quem chegava apoiava a nossa causa. Lembro que o Veríssimo e o Jô Soares estavam lá, argumentando a nosso favor. De repente, alguém diz que o síndico está chegando para resolver a questão – o que deixa todo mundo um tanto apreensivo. Afinal, o síndico não deixa de ser uma semi-autoridade.
Aí o síndico chega e ele é o Agildo Ribeiro. O Jô cai na gargalhada, o Veríssimo se vira pra rir escondido. Todo o mundo acompanha. O sonho acaba. Contando agora nem parece muito engraçado. Mas quando eu contei pro Wolf Maya no sonho seguinte, ele morreu de rir.
Começamos a bater boca com a velha e juntou gente. E quem chegava apoiava a nossa causa. Lembro que o Veríssimo e o Jô Soares estavam lá, argumentando a nosso favor. De repente, alguém diz que o síndico está chegando para resolver a questão – o que deixa todo mundo um tanto apreensivo. Afinal, o síndico não deixa de ser uma semi-autoridade.
Aí o síndico chega e ele é o Agildo Ribeiro. O Jô cai na gargalhada, o Veríssimo se vira pra rir escondido. Todo o mundo acompanha. O sonho acaba. Contando agora nem parece muito engraçado. Mas quando eu contei pro Wolf Maya no sonho seguinte, ele morreu de rir.
sexta-feira, 25 de janeiro de 2008
É, amigo...
O filme Meu Nome Não é Johnny atingiu ontem a marca de 1 milhão de espectadores. Nenhum deles em Joinville, a maior cidade do estado de Santa Catarina, onde o filme ainda não estreou.
Por um jornalismo mais pop
O lead que eu não escrevi hoje:
Pelo segundo ano consecutivo o governador Luiz Henrique da Silveira (PMDB) recebeu da Assembléia Legislativa um projeto aprovado que proibe a prática de assédio moral no serviço público estadual e disse "no, no, no".
Pelo segundo ano consecutivo o governador Luiz Henrique da Silveira (PMDB) recebeu da Assembléia Legislativa um projeto aprovado que proibe a prática de assédio moral no serviço público estadual e disse "no, no, no".
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